domingo, 1 de setembro de 2013

Coisas que nunca foram nossas

Adormeci. E já não era mais noite.
Os pássaros cantavam nossa realidade.
O voz do vento naquelas folhas já não soavam tão bonitas.
Pudera a vida deixar três anos pra mais, ir embora como uma brisa repentina?
Abriu-se um buraco na parede da historia. Deixando um espaço vago entre o meio e o fim.
Achamos que seria eterno. Mas como nada é.
Simplesmente se foi. 
E não foi como verdadeiro.

Pois verdadeiro as vezes sabe se fingir de eternidade.  

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